domingo, 25 de dezembro de 2011

Hum, é mesmo? Legal.



Pessoas confundem sarcasmo com grosseria. Não é que eu seja grossa, só não suporto pessoas chatas. Pessoas chatas e comentários medíocres. Portanto, não leve meu sarcasmo a mal. Ele é apenas um mecanismo para que eu tenha alguma diversão nesse tipo de situação insuportável. Se eu gostar de você, ignore o post. Quando eu gosto, sou implicante. Passe a se preocupar quando eu deixar de implicar com você e passar a ironizar suas palavras em uma conversa normal. Isso significaria que eu não acredito em você. E muito menos em suas palavras mesquinhas que meus ouvidos não conseguem suportar.

Que tal fazer um tour pelo inferno e ficar por lá mesmo?



Existem vários tipos de garotas: aquelas ciumentas, aquelas neuróticas, aquelas implicantes, aquelas irônicas e por aí vai. Eu faço parte do grupo seleto de garotas ciumentas-neuróticas-cismadas-implicantes-irônicas-sarcásticas-excessivas. E é por isso que é bom você (você não, querido leitor... A não ser que você seja uma piriguete. Aí você pode também ir pra puta que pariu porque não quero vagada aqui não! Quero respeito nesse meu espaço. Parafraseando a Doutora Frida de Adorável Psicose: meu espaço, seu espaço.) não mandar nada para o meu namorado. Assim, nada mesmo. Porque – além de ciumenta, neurótica, cismada, implicante, irônica e sarcástica – eu sou maluca. Vejo vírgula em um ponto e interrogações em frases afirmativas. Um dia desses (anteontem), eu estava feliz e saltitante – não, eu não estava saltitando. Mas estaria se fosse um pônei. Ou um unicórnio. Eles são legais – conversando com meus amiguinhos e, de repente, o que vejo? Música de suspense para entrar no clima. A garota tinha postado no mural do Facebook do meu namorado. Exatamente. Gente, o que é isso? Mais respeito, né. O mural dos outros não é pasto pra vaca ficar postando merda. Que ela morra sufocada com todo o gás metano sufocador de relacionamentos que ela andou soltando por aí. A senhora acho-que-sou-best-friend-forever-dele postou um link de um site qualquer de humor e escreveu “só tem sexo nessa porra, Nome do meu namorado?”. Como assim ‘só tem sexo nessa porra’? Você fica falando disso com ele? Por que motivo ele gostaria de saber disso? Por que caralhos você mandou isso pro mural dele? Por que o capeta não te buscou ainda, Satanás? Sinceramente, não tenho paciência pra isso. E hoje, Natal, ê! Felicidade, uhu! Todo mundo no maior amor, família, falar com gente que você não fala há um tempo. Acabar com o natal dos outros estava também no plano dela. Plano maligno. Muito maligno. Muito mesmo. Ela é como o Hannibal, sabe? Vai se alimentando da carne de elementos de sua própria espécie e convive com eles como se fosse vegetariana. Mas ela não me engana, não! Não me engana mesmo. Na verdade, vou até comprar os livros do Hannibal Lecter – tudo bem que não é por causa dela, eu realmente gosto de livros desse tipo... Algo com um ‘quê’ de suspense, terror, policial. Enfim. Para que vocês possam entender, esta criatura que será banida da face da terra ou, pelo menos, do facebook dele – que é o que interessa no momento – o conheceu na Disney. Pronto, vocês já sabem o contexto. Disney, lugar de gente feliz: where the memories begin. Muitas memories begin lá pelo visto, né. Mas enfim. Vou poupá-los do resto da mensagem porque, na verdade, não é importante. Apenas deixo este trecho: “Pois eu juro que morro de saudade de vocês e sempre quero estar indo na montanha russa denovo, no elevador do terror ou até mesmo simplesmente dormir em um daqueles cineminhas 6d depois de uma madrugada de social no quarto numero 1 haha, né não, fala tu, Nome do meu namorado rs ”. Primeiro, quarto número um é o quarto onde ele e mais três amigos estavam hospedados. E que putaria é essa de madrugada de social, né, Meu namorado? E “haha”, muito engraçado mesmo. Nossa, eu estou chorando de tanta raiva, digo, de tanto rir. Foi tão engraçado que só faltou uma foto da palhaça. Ah, esqueci, ela mandou a foto em outra publicação no mural dele. Uma foto com ela de gorrinho do papai Noel. Eu contei pra vocês, lembram? Então, ela não para. E eu não consigo parar também. Isso está me consumindo a cada dia e eu estou a ponto de adicionar essa garota pra perguntar pra ela qual é a dela. Vou falar pra ela ir na Vila Mimosa porque o Facebook do meu namorado não é puteiro. E se ela acha que é... Bem, aí eu a aconselharia deixar de freqüentá-lo. Porque a cafetina aqui... Bem, possui algumas insanidades. E isso é uma excelente desculpa no tribunal. Se eu fosse política, nem precisaria pagar uma cesta básica, mas isso é outro ponto de uma outra revolta minha. O que eu quero dizer, é que eu tenho licença para matar. Ok, talvez eu não tenha licença pra matar... Mas eu bem que poderia ter. Risada maléfica de Thriller.

domingo, 18 de dezembro de 2011

Sou sinistra, melhor que sua colega "nem".



Não gosto de julgar as pessoas. Não gosto mesmo. Entretanto, isso não quer dizer que eu não faça isso mentalmente ao visualizar aquela nova espécie de ser humano (ou uma nova espécie de zumbi que vieram das profundezas do inferno e que, por alguma razão, ainda respiram) usando mini-short e top com o piercing sensual pendurado no umbigo – que eu poderia, facilmente, usar como corda e realizar um rappel. Mas isso é só detalhe. Esses alienígenas que, infelizmente, ainda não foram banidos da terra são denominados “nem”. Há algumas variações, como “colega”, porém nada se compara ao maldito e velho “nem”. Sabe aquela pessoa que você odeia porque não sabe conversar? Aquela cujo cérebro só consegue assimilar palavras soltas ou frases curtas como “empina”, “rebola”, “é o pente”, “você quer?” e “senta”. Aquela que, quando você pergunta sobre alguma coisa, por exemplo, o significado de algo, ela te responde mais ou menos assim:
– O que é um lance?
– Um lance é um lance.
– Hã?
– Um lance é um lance e um romance é um romance. E um pente é um pente.
A resposta mental para isso seria um “foda-se” alto e em bom som. Mas, infelizmente, eu sou muito bem educada e apenas deixo de falar com essa pessoa – que, na verdade, nem sei por que pensei em iniciar uma conversa com um elemento dessa espécie que deveria estar extinta. O “nem” do gênero masculino é o típico comelão que, na verdade, só pega travesti nos fins dos bailes. E mesmo assim porque contribui com a prostituição. É aquele cara nojento e suado que vem falar com você (comigo não, porque eu não freqüento esses lugares... Tenho medo que isso possa ser passado através do ar e prefiro não respirar perto dessas pessoas. Não que eu seja preconceituosa, só estou me precavendo) mandando a seguinte cantada: e aí? Rola ou não rola? (Rola ou não rola o que? Desculpa, não entendi) Uma pedra estava em cima da ribanceira; e aí? Rola ou não rola? (Vem cá, você tá falando sério?) Tô, nem, e aí? Rola ou não rola? (Olha, não sei... Mas se você enfiar a porra da pedra no teu cu e der uma cambalhota, quem sabe você não rola, cai da ribanceira e morre?) Sei que a minha educação foi expirada em um momento como esse, mas paciência tem limite. Que porra é essa de “rola ou não rola”? Poupe-me. Alguns “colegas” inventaram até uma língua própria. Com expressões e tudo. Afinal, “vuk vuk” e “digdin” não são de língua alguma. Ah, sinceramente, cansei dessas pessoas que tem a avó maluca. Elas que fiquem largadas de barriga na dança do creu. Ninguém mandou estar com uma vontade louca, muito louca. E é isso aí! E eu, que sou foda e avassaladora, me despeço lembrando que: ai, ai, ai, ui, ui – follower, tu me seduz!

sábado, 17 de dezembro de 2011

Danada da Chatuba, vá para o Mandela de van. E não volte mais.

Não sou o tipo de pessoa que parece viver em um jogo de poker e desconfia de tudo e de todos. Não sou o tipo de pessoa que tenta adivinhar o que a pessoa está pensando, avaliando o que ela diz em “verdade” e “mentira”; até porque eu não sou boa em desvendar uma “poker face”. Se eu estivesse em um jogo de poker perderia todas as minhas fichas pela minha inabilidade em mentir sem começar a rir de nervoso ou por não conseguir atestar a veracidade ou não de algo dito por outra pessoa. Minha “poker face” se resume aquela cara escrota de quem quer rir, mas está se segurando bastante porque, se começar, vai fazer xixi nas calças eternamente. Não que eu faça xixi nas calças atualmente, mas já fiz muito, hein! Ah, adoro quando eu exponho minhas intimidades assim tão facilmente! Mentira. Aliás, eu não tenho xixi eterno. Só pra deixar claro. Sei lá né, não quero que ninguém pense que eu tenho uma torneirinha quebrada que fica vazando por aí. Ah, e eu também não tenho torneirinha! Enfim, essa conversa está começando a ficar um pouco constrangedora pra mim, por isso, vamos voltar ao começo da conversa? Eu não sou desconfiada, nem um pouco. Tá, talvez, eu seja um pouco. Mas só sou assim porque algumas garotinhas sinistras querem arrumar confusão comigo mandando coisas para o meu namorado. Pausa para aplausos por alguém realmente me aturar com todas as psicoses possíveis. E por essa pessoa não ser a minha mãe – o que seria muito estranho se fosse. Aliás, beijo, mãe! Após esse minuto de silêncio porque ninguém, exceto a minha mãe, deve ter me aplaudido, devo dizer que há muitas danadas da Chatuba por aí. Danadas que nem na Chatuba moram (Chatuba é um lugar, certo? Até alguns dias atrás eu não saberia dizer, porém uns amigos conhecedores da filosofia do funk me explicaram que é sim). Essas taradas que voltam de van do Mandela me deixam louca! Elas parecem estar no ritmo do “você quer?” e ficam se oferecendo para os comprometidos. Sem querer citar fatos nem nada mas, vendo o facebook das pessoas (gosto do plural mesmo que ele signifique apenas uma pessoa: meu namorado), observei bem detalhadamente o mural delas (só o dele mesmo). Havia uma foto de uma novinha-de-14-que-já-tá-querendo com o gorrinho do papai Noel (aliás, beijo, papai Noel! Não se esqueça do meu presente, hein? Fui uma menina muito boa esse ano, como sempre, mereço meu Volvo). E ela escreveu algo do tipo “Neste natal, eu desejo a todos muito AMOR, alegrias em massa, felicidades sólidas, pensamentos positivos, carinhos sucessivos, beijos redobrados, amassos enumerados, sorrisos verdadeiros, amizades verdadeiras, olhares sinceros, palavras de forte impacto real, atos. Enfim.. Desejo o melhor que o melhor da vida pode nos dar, se soubermos conquistar – carinha feliz” – pode parecer que eu copiei e colei mas não fiz isso não. Minha poker face. Ah, tudo bem, eu copiei e colei... Mas só fiz isso pra que não pensassem que eu fosse maluca e que estava imaginando coisas. Só uma pergunta... Que porra é essa de beijos redobrados? E amassos enumerados? Quer dizer, que porra é essa de marcar o meu namorado nessa pouca vergonha? Papai Noel, vai ser muito injusto se o senhor der um presente pra essazinha e ignorar meu pedido do Volvo. O senhor está vendo que ela não foi uma boa menina, não está? Não, eu não estou querendo que você deixe de dar o presente pra ela porque eu estou com ciúme, mas isso seria uma boa idéia. Só acho. Agora eu só espero que ele não curta e comente algo nessa foto. Se ele fizer isso, posso começar a desconfiar que ela quer alguma coisa com ele. E olha que eu quase não desconfio de ninguém.

Não vou pra festa do Estica e Puxa. Mandei o dedo pra Xuxa.

Deu pra perceber que eu sou uma pessoa musical. Talvez seja porque eu não tenho dom algum para música e busco minimizar esse trauma ouvindo pessoas que realmente possuem esse dom – ou pensam que possuem. Uma hipótese para essa minha falta de dom seria os trocentos DVD’S da Xuxa. DVD’S... A quem estou querendo enganar? DVD não, fita cassete mesmo. Não sei porque mas achei que isso melhoraria a situação. Porém acabo de lembrar que eu disse uma frase com a palavra “Xuxa” e, portanto, não teria como ficar pior. Não que eu odeie a Xuxa, longe de mim! Ela fez parte da minha infância, sendo a rainha de quando eu era baixinha. Não que agora eu seja alta; na verdade, tenho sérios preconceitos com a minha altura. Mas isso é outro capítulo de outra psicose, não é mesmo? Agora meu problema é a má influência da Rainha senta-lá-cláudia. Alguém me explica por que ela lançou músicas infantis? Tudo bem que as crianças não tem muito senso crítico mas tratá-las como se todas fossem surdas é falta de respeito. E não só com elas. Falta de respeito com os pais também. Imagino como a minha mãe aguentava assistir todas aquelas quinhentas fitas cassetes repetidas vezes comigo. Deve ser por isso que ela gosta da Xuxa. Pois é, minha mãe gosta da Xuxa. Eu já perguntei o motivo e a minha mãe me responde dançando e cantando um trecho de uma das músicas dela. Viu no que deu? Agora minha mãe foi hipnotizada pela Lua de Cristal e sua cabeça deve ser um eco de Ilariê quando eu a pergunto sobre a Rainha Egípcia do Papi, o Camelo. Porém a minha mãe também é outro capítulo a parte de outra psicótica em potencial. O que eu quero, efetivamente, dizer é que a Xuxa abduziu minha mente cheia de talentos quando Teddy, o Polvo, me sequestrou. E eu fui dançando com o Txutxucão (com “x” para homenageá-la). E me perdi com os cinco patinhos e a minha mamãe não gritou quak quak quak quak. E eu, a patinha, fiquei por lá. Xuxa fez uma tumbalacatumba pra mim. Sinto isso. E por causa dessa tumbalacatumba tumba ta, não tenho dom algum pra música. Só porque eu não quis brincar de índio já que eu queria um mocinho pra me pegar. Ah, danada! Estava só brincando. Uma brincadeirinha boba só pra descontrair. Mas que a Xuxa foi uma má influencia, foi. E agora, que me livrei dela, eu tô de bem com a vida! Tô de vento e pôpa.


sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Baladas do Inferno

Sem querer ser chata ou opressora dos pagodeiros, sertanejos universitários ou qualquer outro gênero de música ruim, mas as letras não possuem coerência. Primeiro, eu me pergunto, que balada essas pessoas freqüentam? Sem querer menosprezar nem nada, mas qual é a balada que a “menina mais linda” se convence com a cantada “nossa, nossa, assim você me mata! Ai, se eu te pego!”, hein, Michel Teló? Essa “menina mais linda” deveria ter três olhos (contando com a espinha-olho no meio da testa), uma perna capenga, corcunda e ser, no mínimo, irmã siamesa da Dona Gigi – esposa de um dos Caçadores – e prima do Quasimodo. Essa aí nem deve ser menina. Deve ser o estilo de morena que o Latino procura pra dançar kuduro. Uma dessas que sacode duro. Bem, pra mim, isso só significa uma coisa. Mas aí é interpretação de cada um. A pergunta que fica no ar é se ele quer que essa “menina” mexa o kuduro ou que sacuda o duro... Ah, enfim, isso não é da minha conta. Como eu sou bipolar, vou mudar de assunto. Vou fazer um apelo. Não estraguem o Bob Esponja, Pokémon, Digimon, Dragon Ball e similares, por favor, bandas ruins. Vocês já levaram a magia da Liga Justiça. A Liga da Justiça já foi “toda dominada”. E até a Mulher Maravilha decidiu fugir com o Superman. Acho que eu, se fosse ele, preferiria que o Pingüim jogasse quinhentas toneladas de kriptonita a ter uma música dessas que me “homenageasse”. Aproveitando esse espaço de apelo, vou protestar não só contra a utilização dos desenhos, mas também com o uso de outros ritmos. A nossa música eletrônica, se fosse personificada, estaria bestializada quando um negão colocasse a mão na cabeça para que começasse o seu rebolation. Desculpa, Axé, mas o Rebolation era pra ser da Eletrônica. Mas nesses tempos mudados, nessa suruba de ritmos, até grupo colorido diz que toca rock. Não citei nomes, queridas crianças de 12 anos que ainda colam pôsteres na parede do Restart. Adoro mensagens subliminares. Após essa pausa para o apelo, voltamos com a programação. Se fosse possível unir todas as baladas citadas, como seria? Algo do tipo: Ai, se eu te pego, Mulher Maravilha! Balança que é uma loucura, vem balançar kuduro! Coloca a mão na cabeça que vai começar: Superman não se cansa agora, começou a festa e sacode duro. Nossa, nossa, assim você me mata! (piscadinha safada)

Troféu Joinha

Então, resolvi abrir outra série de posts no blog, essa se trata sobre aquelas pessoas, animais, coisas ou os três itens anteriores que fazem coisas absurdas, coisas desproporcionais e escrotas, e pedem sua opinião sobre isso, mas como você é uma pessoa educada demais para sair mandando os outros tomarem no cu, com vocês: Troféu Joinha. Porque tem coisas na vida que só existe uma maneira possível de se expressar. Para todas as outras existe MasterCard Maestro, aceito em qualquer lugar não esquecido por Deus.

Com muito orgulho o troféu joinha dessa semana vai para:
Tambores Rufam.

Madonna.

Acho que não é necessário nenhuma foto porque todos vocês conhecem a Dragão Imortal Rainha do Pop, pois é, mas ela ganhou o prêmio por uma atitude tão brava e verdadeira quando a Fiona pegar o Shrek.
Por algum motivo ainda não revelado, gravação de um videoclip, ela beijou a Nicki Minaj. Exatamente. Não tenho nada contra a Nicki, é claro que não, "Super Bass" arrasa. Só que beijá-la? Porque? Então, parabéns para a Madonna, porque mesmo que você ja tenha beijado o Máskara, ela encarou desafio maior:


Por isso, é com muito orgulho que entregamos o primeiro troféu joinha para a nossa velha sem noção corajosa e admirável Madonna por tal contribuição para o planeta, porque uma atitude dessas é de deixar qualquer um sem palavras, a única coisa sensata a fazer é olhar em seus olhos profundos e fazer um simples gesto:

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Pegue seu "tchêrêrê" e leve o Gustavo Lima com você.

Esses dias, me rendi e ouvi a música “Balada boa”, mais conhecida como “tchê tchê rêrê tchê tchê”. Se é que isso faz mais sentido pra você porque, pra mim, não faz nenhum. Enfim, algumas pessoas conhecidas e alguns amigos meus, devo admitir, escutam essa música. Então, por que não? Minha primeira resposta após esse meu questionamento mental seria “porque é ruim”, porém pensei que poderia estar sendo meio dura demais e que deveria dar uma chance ao Gustavo Lima. Como já possuía certos preconceitos, não pude deixar de analisar cada frase da música mais “tchê tchê rêrê tchê tchê” (por falta de sinônimo) que eu já conheci. Pra começar, a “balada” é no carro dele. Sim, afinal, ele já lavou o carro e regulou o som. Isso significa que ele é um daqueles que colocam o carro na rua com o som mais potente do que as caixas de som do Rock In Rio. Exatamente, aquele vizinho desgraçado que você quer matar e que, mesmo após você abrir a janela e mandá-lo para todos os orifícios conhecidos porque ele não te deixa dormir, mesmo após você gritar que a porta da sua casa não era lugar pra “tchê tchê rêrê”, não desliga o som. Outra, ainda é um vizinho tarado ninfomaníaco. “Se você me olhar, vou querer te pegar”. Porra, só com uma olhadinha? Típico de ejaculação precoce (vale lembrar que eu não quero brincar com ejaculação precoce; se você tiver esse problema, assista TV que, de vez em quando, passa uns comerciais realmente constrangedores que começam com “sexo é vida” e por aí vai). Mais um fator intrigante, o senhor Já-gozei, após aquela olhadinha que provocou uma ereção, já vai querer namorar. Ei, peraí! Chega na balada, dou uma olhadinha e já vai querer me pegar e, depois, namorar? Curtição? Depois ou antes do “tchê tchê rêrê tchê tchê”? É, dúvidas e mais dúvidas preencheram a minha cabeça ao ouvir essa música. Porém eu, simplesmente, abstraí. Abstraí porque eu estou pouco me fodendo pra ter o Gustavo Lima até de madrugada. Na verdade, não quero esse homem nem por cinco segundos com o seu “tchê tchê rêrê” precoce. Bem, se você for fã, pode sair daqui porque o blog não é lugar pra isso. Pode sair daqui e levar o seu “tchê tchê”. Não tem “rêrê” pra você aqui não. Grata.

Senhoras e Senhores

Cachorros e papagaios, de todas as idades, ou melhor, de todas as idades acima dos 18 anos, a partir de hoje, tenho o enorme prazer de apresentar uma nova e linda blogueira, que atualizará junto comigo, seu nome: Psicótica do Banheiro..




...  HAHAHA, ok, ok, seu nome é Vanessa Cristina, ela deve ter mais ou menos a minha idade, é divertida, inteligente e psicótica, então, boas vindas calorosas porque ela veio para ficar (:

Top Ten Albums 2011:

Como o amante de música que sou, resolvi postar, na minha opinião, os dez melhores cd's lançados em 2011:

1. Goodbye Lullaby (Avril Lavigne)

2. Ceremonials (Florence + The Machine)

3. Junk of the Heart (The Kooks)

4. Sticks + Stones (Cher Lloyd)

5. Mylo Xyloto (Coldplay)

6. Femme Fatale (Britney Spears)

7. Lioness: Hidden Treasures (Amy Winehouse)

8. Angles (The Strokes)

9. Talk That Talk (Rihanna)

10. Born This Way (Lady Gaga)

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

A Psicótica do Banheiro

Tão difícil descrever um amigo. Esses dias tem sido, no mínimo, difíceis para mim, segurar o choro, por causa de todos os 'adeus' que eu disse para todos os que estudaram comigo nesses três anos de sofrimento ensino médio. Tudo bem, alguns eu nem vou sentir falta. Alguns eu nem disse 'adeus' porque eu nunca disse 'olá' , mas isso não vem ao caso.. eu vou sentir falta de algumas pessoas contra todas as possibilidades , mas principalmente de uma pessoa, uma amiga muito especial, minha dramática, psicótica, Natália hahaha, sereia trilinda, mano do gueto. Foi estranho, porque eu sempre gostei dela, mas a intimidade começou do nada, e do nada ela se tornou tudo. foram momentos difíceis e felizes, rindo, chorando, trollando, cantando 'Smile' . Enfim.. com ela aprendi muitas coisas, e sei que para ela definitivamente eu não disse 'adeus' , eu disse 'até logo minha doida preferida!!' . Afinal, quando você encontra algo precioso, mesmo que você não possa ver todos os dias, vai estar sempre ali, guardadinho no seu coração, pronto para ser usado nos momentos mais importantes. Sim, eu amo metáforas. Mas esse post não é sobre mim.. foram tantos momentos, matando aula, xingando pessoas que definitivamente mereciam ser xingadas, jogando a 'frutinha' , tantos 'eu te amo' , tantos 'até amanhã' .. aaaaah, minha baby preferida, sentirei sua falta, mas nunca te esquecerei, e nunca, nunca, nunca, nunquinha vamos parar de nos falar, porque você é meu diamante. Sentirei falta dos seus raps doidos e do seu cover quem-sabe-faz-ao-vivo de super bass. xuxu <3

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Meu Coração Cigano

Eu pensei bastante sobre uma coisa hoje: eu queria poder largar tudo e me mudar. Não to falando de fazer isso nesse momento. Eu até faria isso agora, mas pensei em algo maior. Imagina como seria bom ter uma vida aonde você pode sempre que quiser, empacotar tudo, colocar em um carro, e apenas sair? Ir viajar permanentemente. Dormir no carro enquanto não arranja lugar para morar, depois arrumar suas coisas devagar enquanto procura um emprego, dormir no chão por um tempo, fazer novas amizades, conhecer gente nova, costumes novos, culturas novas, e quando se cansar de tudo isso, sair de novo, se possível adotar um alter ego diferente por lugar, HAHAHAHA, imagina, poderia ter todos os nomes que eu sempre quis, a vida que eu sempre quis. Estrada. Caminho. Novidades. Tudo isso sempre me atraiu muito. Fico pensando, a única coisa melhor que isso, seria ter alguém para ir comigo, imagina, seria a história de amor mais linda. Sempre algo novo, Sempre. Sempre. Sempre. isso é o que eu quero para a minha vida. Poderíamos escrever um diário contando nossas histórias para o mundo, e quando ambos estivessem mortos, alguém encontraria, publicaria, e faria muito sucesso, e produziriam vários filmes sobre isso. Então, acho que vou para a cama seguir com meu devaneio. zzzzZZZZzzzz

Uma das músicas mais bonitas que existem, que expressam bastante meu senitmento de liberdade:


segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Storytellers

'Storytellers' é o nome que decidi dar a parte do blog aonde falarei de músicas que contam histórias, porque são meu tipo preferido de música, aquelas músicas que te fazem viajar, para outro lugar, outra época, e faz com que você queira mais do que tudo na vida participar de uma história exatamente como a cantada.. Aquelas músicas que acabam te fazendo ter sonhos e devaneios aonde você vive histórias como essas. A primeira música é da minha cantora predileta:


Procura-se Um Amor que Goste de Cachorros

É foda se sentir sozinho. Eu sei porque me sinto sozinho todos os dias, mesmo quando estou cercado de pessoas. Eu sou ótimo em mentir, na verdade, é uma das poucas coisas em que sou bom. Sou ótimo em guardar todos os meus sentimentos, e quando questionado, fingir que não me importo, que não machuca, mas a verdade é que toda a vez que as pessoas me decepcionam, e isso vem se tornando um hábito parece que outro pedaço de mim morre, provavelmente o pedaço infantil, a criança que acredita em um mundo feliz, em pessoas bem intencionadas e que se ajudam. Nos últimos meses essa parte de mim tem sido vorazmente atacada, o tempo todo, de todos os lados, e as partes vazias em mim, são lentamente preenchidas por uma pessoa sem sonhos ou esperanças e desacreditada na vida. É foda se sentir sozinho. É foda ver aqueles casais fofinhos trocando juras de amor, parece que eles sentem prazer em esfregar na cara de todos o quanto eles são felizes por ter um ao outro, é foda ver um casal feliz formado por duas aberrações da natureza, eles nem deviam respirar para início de conversa, dois gordos, feios com dente separado, eles são fisicamente tudo que eu e qualquer ser humano normal abominam, e o mais foda de tudo é ter consciência de que por uma fração de segundo eu almejaria estar no lugar de um deles, porque eles podem ser as duas coisas mais escrotas que eu já vi na minha vida, mas ao menos eles tem um ao outro, e apesar do asco ao ver duas pessoas repugnantes se beijando, sou eu que continuo sozinho fingindo para todos, inclusive para mim, que é por opção que eu deito na minha cama sozinho todas as noites pensando em como a minha vida poderia ser diferente. Sabe, eu não sinto inveja das pessoas felizes, não é como se eu quisesse o leão marinho daquela baleia. Claro que não. Eu quero alguém diferente, alguém só meu, que eu possa cuidar, chamar de amor, ficar abraçado em silêncio, ou vendo um filme debaixo das cobertas. Eu não procuro um famoso sonho de consumo, eu procuro alguém tão imperfeito quanto eu, alguém com quem eu vou brigar muito, xingar muito e por quem eu vou chorar muito, pois isso nos ensinará que tudo com o que tanto sonhamos não existe, isso é coisa da nossa cabeça, tudo culpa dos malditos contos de fada, o que existe é alguém cheio de defeitos, falhas e cicatrizes, e que apesar disso tudo roubará o coração da pessoa amada inacreditavelmente fazendo-a ver o quanto todos os problemas são melhores do que o príncipe encantado idealizado desde criança, por uma simples razão: É REAL.
É isso que quero para a minha vidinha, alguém mais ou menos que eu possa chamar de meu.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Brilho Eterno de Uma Mente Com Lembranças

Memórias.
Recordações.
Por que? Por que eu tenho esse dom de ficar sonhando com tudo o que passou? Pior, todas as coisas boas, porque se fossem as coisas ruins, eu ainda ficaria feliz, porque só despertaria ódio. Mas não, sou rejeitado o tempo todo e ainda tenho problemas sérios em aceitar isso. De alguma forma meu sub-consciente gosta de me torturar e me fazer sofrer, então, ele me empurra para os lugares errados e me faz gostar das coisas erradas, pior, das pessoas erradas.. Porque, aquela pessoa legal que faz tudo por você e com quem você poderia construir algo decente, por favor né.. aquela pessoa normalmente é feia e só quer ficar com você porque não consegue nada melhor. Eu não sou assim, eu não consigo ficar com o feio de bom coração, não, claro que não, isso seria muito fácil, eu quero sempre o melhor, e eu sempre fico sem nada, pois o melhor nunca me quer. É foda. Enfim né.. esse assunto me deprime, anteriormente estava falando sobre o passado, ou melhor, as partes que qualquer um julgaria ser ótimas na minha história, mas que acredito serem as terríveis. Viver o bom da vida é um inferno. Quem quer o bom da vida? o bom da vida acaba, e no final, você querendo ou não é arrastado para a parte ruim, ou a parte não-tão-boa. E adivinha, eu prefiro ficar nessa parte desde o início, porque é infinitamente pior você ter o gostinho de ser feliz e depois ter que se acostumar com a merda, do que você estar na merda desde o príncipio. Porque se você esta na merda desde sempre, você pode acreditar, ou ao menos tentar, que a merda é ótima, que não existe nada melhor do que ela, que sua vida é perfeita e você é o cara mais foda do planeta. Do universo. Mas se você já foi feliz algum dia, meu amigo, pode acreditar, você nunca conseguirá acreditar que a merda é uma coisa boa. Por isso queria poder abrir meu livro da vida e rabiscar todas as linhas de sorrisos, rasgar todas as páginas de felicidade, até que restasse apenas restícios de uma existência escrota e insignificante, porque assim meus caros, talvez eu fosse capaz de acreditar que meu presente não é tão ruim quanto ele de fato é. Pena que a vida não é um livro.

Eu Não Aprendi a Dizer Adeus

Eu sou péssimo com despedidas. Eu poderia não declarar mais nada, tudo o que eu tenho a dizer se resume em: "eu sou péssimo com despedidas." .. É difícil explicar, mas toda a vez que estou me separando de alguém, e com isso não quero dizer um 'boa noite' , 'até amanhã' ou 'até ano que vem' , falo de algo que vai durar muito, que talvez dure para sempre, porque sabe, eu acredito que todos vão embora um dia, até mesmo nossos pais, que muitas vezes acreditamos que estarão para sempre ao nosso lado.. eles vão morrer. A unica pessoa que você pode contar que estará ao seu lado eternamente é você mesmo. Porque é assim que o mundo funciona, você conhece os outros e eles começam a fazer parte da sua vida por tempo limitado, eles te ensinam coisas, e marcam quem você é para sempre, porém cedo ou tarde eles tem de partir, pois ambos precisam continuar aprendendo. Todos somos assim, é uma corrente infinita de chegadas e partidas. Isso é um inferno, porque eu sou péssimo com despedidas. sempre quando sei que alguém querido vai partir, mesmo quando eu descubro com um ano de antecedência, eu sou incapaz de me concentrar em passar tempo com essa pessoa, eu começo a sentir saudades antecipadas, e isso vai me matando aos poucos, enquanto eu ainda me pergunto se vale a pena criar novas lembranças, porque essas serão motivos para chorar quando ela se for. Dito isso, será que vale realmente a pena conhecer gente nova, porque vamos analisar o meu ponto de vista: Seja quem for, vai partir um dia, e isso vai causar dor e sofrimento, e eu posso evitar tudo isso de forma simples, basta não conhecer ninguém, quem eu tenho na minha vida hoje é o bastante. Certo? Errado. Porque a única coisa pior que se despedir de alguém que você ama é não ter ninguém que você ame a ponto de sofrer ao vê-lo ir embora.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

O Fracasso de Bilheteria

Quando me olho no espelho, eu vejo tantas coisas novas.. Parece que foi ontem que eu me deparava com uma criança.. Boba, sozinha e sem amigos, é verdade, mas isso não me impedia de sorrir, porque eu era realmente feliz, na minha inocência de que o mundo é perfeito, tudo o que eu precisava era da minha imaginação. Hoje, tudo mudou, mesmo que sempre de vez em quando não aparente, eu sou um homem agora, e os sorrisos se transformaram em lágrimas, e eu não sei dizer porque, sou incapaz de lembrar ao certo quando a derrocada começou, isso é, quando a minha vida começou a rodar em preto e branco, e quando digo isso, não quero dizer que ficou romântica e descolada como nos filmes dos anos 60, mas como ficou monótona. Uma parte de mim quer ser feliz, uma parte de mim quer ter muitos amigos e uma vida social estável, uma parte de mim almeja um futuro, como uma carreira e um emprego, nada muito bom, apenas levar minha vidinha mais ou menos tranquilamente.. Mas no fundo, bem lá no fundo, eu ainda sou uma criança, insegura, que não sabe como encarar os próprios defeitos, e que chora tentando pedir socorro, porque o tempo passou e o mundo girou, e eu continuo aqui: Parado, em meu quarto, olhando para meu espelho, vendo a minha vida em terceira pessoa, como em um filme. Sendo a minha vida, provavelmente, alguma produção independente, zoada pela crítica e assistida por meia dúzia de pessoas na única sala de cinema em que foi disponível por apenas uma semana. Dito isso eu me pergunto: Por que? Por que eu continuo assistindo isso? Por que eu não tento mudar o roteiro dessa história trágica? Afinal, eu sou o único que, de fato, pode fazer isso.



O Novo Eu.

É engraçado ver como eu mudei, observando outras pessoas, com características parecidas com as minhas no passado. Essas pessoas me irritam, são dramáticas demais, sensíveis, choronas, com a auto estima sériamente danificada, tendem a se culpar por tudo, isso é um pé no saco. Eu não sou mais assim. Não mesmo. Talvez eu seja um pouco. Mas só um pouco. A questão é que o tempo passa tão rápido, nem da para acreditar que já faz cinco anos que eu me mudei para esse fim de mundo lugar adorável. Conheci muita gente, algumas realmente desnecessárias, mas, a vida não é perfeita para ninguém, nem para você, nem para a pessoa que vos fala.. Na verdade, eu não sei quanto a vocês, mas a minha vida é o contrário disso, as coisas tendem a dar errado o tempo todo, meu cabelo só não fica escroto quando eu fico em casa o dia todo, e parece que as pessoas gostam de me perseguir, sabe? Deve existir algum tipo de jogo secreto, cujo único objetivo é acabar com todo e qualquer motivo de felicidade que eu possa ter. Enfim, o que eu quis dizer com isso tudo é que agora eu sou uma outra pessoa. (: