domingo, 25 de dezembro de 2011

Hum, é mesmo? Legal.



Pessoas confundem sarcasmo com grosseria. Não é que eu seja grossa, só não suporto pessoas chatas. Pessoas chatas e comentários medíocres. Portanto, não leve meu sarcasmo a mal. Ele é apenas um mecanismo para que eu tenha alguma diversão nesse tipo de situação insuportável. Se eu gostar de você, ignore o post. Quando eu gosto, sou implicante. Passe a se preocupar quando eu deixar de implicar com você e passar a ironizar suas palavras em uma conversa normal. Isso significaria que eu não acredito em você. E muito menos em suas palavras mesquinhas que meus ouvidos não conseguem suportar.

Que tal fazer um tour pelo inferno e ficar por lá mesmo?



Existem vários tipos de garotas: aquelas ciumentas, aquelas neuróticas, aquelas implicantes, aquelas irônicas e por aí vai. Eu faço parte do grupo seleto de garotas ciumentas-neuróticas-cismadas-implicantes-irônicas-sarcásticas-excessivas. E é por isso que é bom você (você não, querido leitor... A não ser que você seja uma piriguete. Aí você pode também ir pra puta que pariu porque não quero vagada aqui não! Quero respeito nesse meu espaço. Parafraseando a Doutora Frida de Adorável Psicose: meu espaço, seu espaço.) não mandar nada para o meu namorado. Assim, nada mesmo. Porque – além de ciumenta, neurótica, cismada, implicante, irônica e sarcástica – eu sou maluca. Vejo vírgula em um ponto e interrogações em frases afirmativas. Um dia desses (anteontem), eu estava feliz e saltitante – não, eu não estava saltitando. Mas estaria se fosse um pônei. Ou um unicórnio. Eles são legais – conversando com meus amiguinhos e, de repente, o que vejo? Música de suspense para entrar no clima. A garota tinha postado no mural do Facebook do meu namorado. Exatamente. Gente, o que é isso? Mais respeito, né. O mural dos outros não é pasto pra vaca ficar postando merda. Que ela morra sufocada com todo o gás metano sufocador de relacionamentos que ela andou soltando por aí. A senhora acho-que-sou-best-friend-forever-dele postou um link de um site qualquer de humor e escreveu “só tem sexo nessa porra, Nome do meu namorado?”. Como assim ‘só tem sexo nessa porra’? Você fica falando disso com ele? Por que motivo ele gostaria de saber disso? Por que caralhos você mandou isso pro mural dele? Por que o capeta não te buscou ainda, Satanás? Sinceramente, não tenho paciência pra isso. E hoje, Natal, ê! Felicidade, uhu! Todo mundo no maior amor, família, falar com gente que você não fala há um tempo. Acabar com o natal dos outros estava também no plano dela. Plano maligno. Muito maligno. Muito mesmo. Ela é como o Hannibal, sabe? Vai se alimentando da carne de elementos de sua própria espécie e convive com eles como se fosse vegetariana. Mas ela não me engana, não! Não me engana mesmo. Na verdade, vou até comprar os livros do Hannibal Lecter – tudo bem que não é por causa dela, eu realmente gosto de livros desse tipo... Algo com um ‘quê’ de suspense, terror, policial. Enfim. Para que vocês possam entender, esta criatura que será banida da face da terra ou, pelo menos, do facebook dele – que é o que interessa no momento – o conheceu na Disney. Pronto, vocês já sabem o contexto. Disney, lugar de gente feliz: where the memories begin. Muitas memories begin lá pelo visto, né. Mas enfim. Vou poupá-los do resto da mensagem porque, na verdade, não é importante. Apenas deixo este trecho: “Pois eu juro que morro de saudade de vocês e sempre quero estar indo na montanha russa denovo, no elevador do terror ou até mesmo simplesmente dormir em um daqueles cineminhas 6d depois de uma madrugada de social no quarto numero 1 haha, né não, fala tu, Nome do meu namorado rs ”. Primeiro, quarto número um é o quarto onde ele e mais três amigos estavam hospedados. E que putaria é essa de madrugada de social, né, Meu namorado? E “haha”, muito engraçado mesmo. Nossa, eu estou chorando de tanta raiva, digo, de tanto rir. Foi tão engraçado que só faltou uma foto da palhaça. Ah, esqueci, ela mandou a foto em outra publicação no mural dele. Uma foto com ela de gorrinho do papai Noel. Eu contei pra vocês, lembram? Então, ela não para. E eu não consigo parar também. Isso está me consumindo a cada dia e eu estou a ponto de adicionar essa garota pra perguntar pra ela qual é a dela. Vou falar pra ela ir na Vila Mimosa porque o Facebook do meu namorado não é puteiro. E se ela acha que é... Bem, aí eu a aconselharia deixar de freqüentá-lo. Porque a cafetina aqui... Bem, possui algumas insanidades. E isso é uma excelente desculpa no tribunal. Se eu fosse política, nem precisaria pagar uma cesta básica, mas isso é outro ponto de uma outra revolta minha. O que eu quero dizer, é que eu tenho licença para matar. Ok, talvez eu não tenha licença pra matar... Mas eu bem que poderia ter. Risada maléfica de Thriller.

domingo, 18 de dezembro de 2011

Sou sinistra, melhor que sua colega "nem".



Não gosto de julgar as pessoas. Não gosto mesmo. Entretanto, isso não quer dizer que eu não faça isso mentalmente ao visualizar aquela nova espécie de ser humano (ou uma nova espécie de zumbi que vieram das profundezas do inferno e que, por alguma razão, ainda respiram) usando mini-short e top com o piercing sensual pendurado no umbigo – que eu poderia, facilmente, usar como corda e realizar um rappel. Mas isso é só detalhe. Esses alienígenas que, infelizmente, ainda não foram banidos da terra são denominados “nem”. Há algumas variações, como “colega”, porém nada se compara ao maldito e velho “nem”. Sabe aquela pessoa que você odeia porque não sabe conversar? Aquela cujo cérebro só consegue assimilar palavras soltas ou frases curtas como “empina”, “rebola”, “é o pente”, “você quer?” e “senta”. Aquela que, quando você pergunta sobre alguma coisa, por exemplo, o significado de algo, ela te responde mais ou menos assim:
– O que é um lance?
– Um lance é um lance.
– Hã?
– Um lance é um lance e um romance é um romance. E um pente é um pente.
A resposta mental para isso seria um “foda-se” alto e em bom som. Mas, infelizmente, eu sou muito bem educada e apenas deixo de falar com essa pessoa – que, na verdade, nem sei por que pensei em iniciar uma conversa com um elemento dessa espécie que deveria estar extinta. O “nem” do gênero masculino é o típico comelão que, na verdade, só pega travesti nos fins dos bailes. E mesmo assim porque contribui com a prostituição. É aquele cara nojento e suado que vem falar com você (comigo não, porque eu não freqüento esses lugares... Tenho medo que isso possa ser passado através do ar e prefiro não respirar perto dessas pessoas. Não que eu seja preconceituosa, só estou me precavendo) mandando a seguinte cantada: e aí? Rola ou não rola? (Rola ou não rola o que? Desculpa, não entendi) Uma pedra estava em cima da ribanceira; e aí? Rola ou não rola? (Vem cá, você tá falando sério?) Tô, nem, e aí? Rola ou não rola? (Olha, não sei... Mas se você enfiar a porra da pedra no teu cu e der uma cambalhota, quem sabe você não rola, cai da ribanceira e morre?) Sei que a minha educação foi expirada em um momento como esse, mas paciência tem limite. Que porra é essa de “rola ou não rola”? Poupe-me. Alguns “colegas” inventaram até uma língua própria. Com expressões e tudo. Afinal, “vuk vuk” e “digdin” não são de língua alguma. Ah, sinceramente, cansei dessas pessoas que tem a avó maluca. Elas que fiquem largadas de barriga na dança do creu. Ninguém mandou estar com uma vontade louca, muito louca. E é isso aí! E eu, que sou foda e avassaladora, me despeço lembrando que: ai, ai, ai, ui, ui – follower, tu me seduz!

sábado, 17 de dezembro de 2011

Danada da Chatuba, vá para o Mandela de van. E não volte mais.

Não sou o tipo de pessoa que parece viver em um jogo de poker e desconfia de tudo e de todos. Não sou o tipo de pessoa que tenta adivinhar o que a pessoa está pensando, avaliando o que ela diz em “verdade” e “mentira”; até porque eu não sou boa em desvendar uma “poker face”. Se eu estivesse em um jogo de poker perderia todas as minhas fichas pela minha inabilidade em mentir sem começar a rir de nervoso ou por não conseguir atestar a veracidade ou não de algo dito por outra pessoa. Minha “poker face” se resume aquela cara escrota de quem quer rir, mas está se segurando bastante porque, se começar, vai fazer xixi nas calças eternamente. Não que eu faça xixi nas calças atualmente, mas já fiz muito, hein! Ah, adoro quando eu exponho minhas intimidades assim tão facilmente! Mentira. Aliás, eu não tenho xixi eterno. Só pra deixar claro. Sei lá né, não quero que ninguém pense que eu tenho uma torneirinha quebrada que fica vazando por aí. Ah, e eu também não tenho torneirinha! Enfim, essa conversa está começando a ficar um pouco constrangedora pra mim, por isso, vamos voltar ao começo da conversa? Eu não sou desconfiada, nem um pouco. Tá, talvez, eu seja um pouco. Mas só sou assim porque algumas garotinhas sinistras querem arrumar confusão comigo mandando coisas para o meu namorado. Pausa para aplausos por alguém realmente me aturar com todas as psicoses possíveis. E por essa pessoa não ser a minha mãe – o que seria muito estranho se fosse. Aliás, beijo, mãe! Após esse minuto de silêncio porque ninguém, exceto a minha mãe, deve ter me aplaudido, devo dizer que há muitas danadas da Chatuba por aí. Danadas que nem na Chatuba moram (Chatuba é um lugar, certo? Até alguns dias atrás eu não saberia dizer, porém uns amigos conhecedores da filosofia do funk me explicaram que é sim). Essas taradas que voltam de van do Mandela me deixam louca! Elas parecem estar no ritmo do “você quer?” e ficam se oferecendo para os comprometidos. Sem querer citar fatos nem nada mas, vendo o facebook das pessoas (gosto do plural mesmo que ele signifique apenas uma pessoa: meu namorado), observei bem detalhadamente o mural delas (só o dele mesmo). Havia uma foto de uma novinha-de-14-que-já-tá-querendo com o gorrinho do papai Noel (aliás, beijo, papai Noel! Não se esqueça do meu presente, hein? Fui uma menina muito boa esse ano, como sempre, mereço meu Volvo). E ela escreveu algo do tipo “Neste natal, eu desejo a todos muito AMOR, alegrias em massa, felicidades sólidas, pensamentos positivos, carinhos sucessivos, beijos redobrados, amassos enumerados, sorrisos verdadeiros, amizades verdadeiras, olhares sinceros, palavras de forte impacto real, atos. Enfim.. Desejo o melhor que o melhor da vida pode nos dar, se soubermos conquistar – carinha feliz” – pode parecer que eu copiei e colei mas não fiz isso não. Minha poker face. Ah, tudo bem, eu copiei e colei... Mas só fiz isso pra que não pensassem que eu fosse maluca e que estava imaginando coisas. Só uma pergunta... Que porra é essa de beijos redobrados? E amassos enumerados? Quer dizer, que porra é essa de marcar o meu namorado nessa pouca vergonha? Papai Noel, vai ser muito injusto se o senhor der um presente pra essazinha e ignorar meu pedido do Volvo. O senhor está vendo que ela não foi uma boa menina, não está? Não, eu não estou querendo que você deixe de dar o presente pra ela porque eu estou com ciúme, mas isso seria uma boa idéia. Só acho. Agora eu só espero que ele não curta e comente algo nessa foto. Se ele fizer isso, posso começar a desconfiar que ela quer alguma coisa com ele. E olha que eu quase não desconfio de ninguém.

Não vou pra festa do Estica e Puxa. Mandei o dedo pra Xuxa.

Deu pra perceber que eu sou uma pessoa musical. Talvez seja porque eu não tenho dom algum para música e busco minimizar esse trauma ouvindo pessoas que realmente possuem esse dom – ou pensam que possuem. Uma hipótese para essa minha falta de dom seria os trocentos DVD’S da Xuxa. DVD’S... A quem estou querendo enganar? DVD não, fita cassete mesmo. Não sei porque mas achei que isso melhoraria a situação. Porém acabo de lembrar que eu disse uma frase com a palavra “Xuxa” e, portanto, não teria como ficar pior. Não que eu odeie a Xuxa, longe de mim! Ela fez parte da minha infância, sendo a rainha de quando eu era baixinha. Não que agora eu seja alta; na verdade, tenho sérios preconceitos com a minha altura. Mas isso é outro capítulo de outra psicose, não é mesmo? Agora meu problema é a má influência da Rainha senta-lá-cláudia. Alguém me explica por que ela lançou músicas infantis? Tudo bem que as crianças não tem muito senso crítico mas tratá-las como se todas fossem surdas é falta de respeito. E não só com elas. Falta de respeito com os pais também. Imagino como a minha mãe aguentava assistir todas aquelas quinhentas fitas cassetes repetidas vezes comigo. Deve ser por isso que ela gosta da Xuxa. Pois é, minha mãe gosta da Xuxa. Eu já perguntei o motivo e a minha mãe me responde dançando e cantando um trecho de uma das músicas dela. Viu no que deu? Agora minha mãe foi hipnotizada pela Lua de Cristal e sua cabeça deve ser um eco de Ilariê quando eu a pergunto sobre a Rainha Egípcia do Papi, o Camelo. Porém a minha mãe também é outro capítulo a parte de outra psicótica em potencial. O que eu quero, efetivamente, dizer é que a Xuxa abduziu minha mente cheia de talentos quando Teddy, o Polvo, me sequestrou. E eu fui dançando com o Txutxucão (com “x” para homenageá-la). E me perdi com os cinco patinhos e a minha mamãe não gritou quak quak quak quak. E eu, a patinha, fiquei por lá. Xuxa fez uma tumbalacatumba pra mim. Sinto isso. E por causa dessa tumbalacatumba tumba ta, não tenho dom algum pra música. Só porque eu não quis brincar de índio já que eu queria um mocinho pra me pegar. Ah, danada! Estava só brincando. Uma brincadeirinha boba só pra descontrair. Mas que a Xuxa foi uma má influencia, foi. E agora, que me livrei dela, eu tô de bem com a vida! Tô de vento e pôpa.


sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Baladas do Inferno

Sem querer ser chata ou opressora dos pagodeiros, sertanejos universitários ou qualquer outro gênero de música ruim, mas as letras não possuem coerência. Primeiro, eu me pergunto, que balada essas pessoas freqüentam? Sem querer menosprezar nem nada, mas qual é a balada que a “menina mais linda” se convence com a cantada “nossa, nossa, assim você me mata! Ai, se eu te pego!”, hein, Michel Teló? Essa “menina mais linda” deveria ter três olhos (contando com a espinha-olho no meio da testa), uma perna capenga, corcunda e ser, no mínimo, irmã siamesa da Dona Gigi – esposa de um dos Caçadores – e prima do Quasimodo. Essa aí nem deve ser menina. Deve ser o estilo de morena que o Latino procura pra dançar kuduro. Uma dessas que sacode duro. Bem, pra mim, isso só significa uma coisa. Mas aí é interpretação de cada um. A pergunta que fica no ar é se ele quer que essa “menina” mexa o kuduro ou que sacuda o duro... Ah, enfim, isso não é da minha conta. Como eu sou bipolar, vou mudar de assunto. Vou fazer um apelo. Não estraguem o Bob Esponja, Pokémon, Digimon, Dragon Ball e similares, por favor, bandas ruins. Vocês já levaram a magia da Liga Justiça. A Liga da Justiça já foi “toda dominada”. E até a Mulher Maravilha decidiu fugir com o Superman. Acho que eu, se fosse ele, preferiria que o Pingüim jogasse quinhentas toneladas de kriptonita a ter uma música dessas que me “homenageasse”. Aproveitando esse espaço de apelo, vou protestar não só contra a utilização dos desenhos, mas também com o uso de outros ritmos. A nossa música eletrônica, se fosse personificada, estaria bestializada quando um negão colocasse a mão na cabeça para que começasse o seu rebolation. Desculpa, Axé, mas o Rebolation era pra ser da Eletrônica. Mas nesses tempos mudados, nessa suruba de ritmos, até grupo colorido diz que toca rock. Não citei nomes, queridas crianças de 12 anos que ainda colam pôsteres na parede do Restart. Adoro mensagens subliminares. Após essa pausa para o apelo, voltamos com a programação. Se fosse possível unir todas as baladas citadas, como seria? Algo do tipo: Ai, se eu te pego, Mulher Maravilha! Balança que é uma loucura, vem balançar kuduro! Coloca a mão na cabeça que vai começar: Superman não se cansa agora, começou a festa e sacode duro. Nossa, nossa, assim você me mata! (piscadinha safada)

Troféu Joinha

Então, resolvi abrir outra série de posts no blog, essa se trata sobre aquelas pessoas, animais, coisas ou os três itens anteriores que fazem coisas absurdas, coisas desproporcionais e escrotas, e pedem sua opinião sobre isso, mas como você é uma pessoa educada demais para sair mandando os outros tomarem no cu, com vocês: Troféu Joinha. Porque tem coisas na vida que só existe uma maneira possível de se expressar. Para todas as outras existe MasterCard Maestro, aceito em qualquer lugar não esquecido por Deus.

Com muito orgulho o troféu joinha dessa semana vai para:
Tambores Rufam.

Madonna.

Acho que não é necessário nenhuma foto porque todos vocês conhecem a Dragão Imortal Rainha do Pop, pois é, mas ela ganhou o prêmio por uma atitude tão brava e verdadeira quando a Fiona pegar o Shrek.
Por algum motivo ainda não revelado, gravação de um videoclip, ela beijou a Nicki Minaj. Exatamente. Não tenho nada contra a Nicki, é claro que não, "Super Bass" arrasa. Só que beijá-la? Porque? Então, parabéns para a Madonna, porque mesmo que você ja tenha beijado o Máskara, ela encarou desafio maior:


Por isso, é com muito orgulho que entregamos o primeiro troféu joinha para a nossa velha sem noção corajosa e admirável Madonna por tal contribuição para o planeta, porque uma atitude dessas é de deixar qualquer um sem palavras, a única coisa sensata a fazer é olhar em seus olhos profundos e fazer um simples gesto: